Moda, estilo de vida, tendências, looks....

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A & F

Paixão americana, vicio brasileiro
Todos os brasileiros (e outros  estrangeiros) que vão até os Estados Unidos fazer compras, não deixam de passar por lá. Crianças, adolescentes e adultos são apaixonados pela marca, não tem idade, com uma grande variedade de moletons macios e quentinhos ela conquista a todos. Estou falando da Abercrowbie & Fitch, marca americana que surgiu em 1892 (acreditem), em Manhattan.
A idéia do seu fundador, o engenheiro David Abercrowbie, era se inspirar nos esportes ao ar livre para dar cara a marca. Sua clientela era composta por caçadores e exploradores, que procuravam em sua loja roupas adequada e armas, neste momento o símbolo da marca foi escolhido como sendo o alce. Já em 1900 uns de seus principais clientes Erza Fitch, entra como sócio e quatro anos mais tarde o nome deixa de ser apenas Abercrowbie, para se tornar Abercrowbie & Fitch. Sua popularidade chegou no século 20,quando a marca tornou se a preferida da elite americana, sem perder sua característica esportiva.
Em 1913, sua loja ocupa a quinta avenida em NY, sendo a primeira loja a vender o masculino e feminino em um único espaço. A idéia de ser uma marca esportiva esteve mais presente nos anos seguintes, A & F passou a vender equipamentos para esportes, como golfe, tênis, pólo e pesca. Com isto alguns nomes importantes tornaram se fãs da marca, como o Presidente Theodore Rosevelt, Greta Garbo e Ernest Hemingway.  
Nos anos 50 e 60, as grandes redes esportivas surgiram , ligada a expansão da classe média americana levando a marca a uma crise financeira, apesar de todo o seu sucesso. No ano de 77 foi decretada sua falência, foi quando uma rede esportiva popular de Huston comprou a marca e reformulou toda sua linha. Mas devido ao grande desgaste a marca foi vendida novamente, agora para o grupo The Limited, por um valor simbólico. Neste momento surge a Abercrowbie & Fitch que conhecemos.
O diretor executivo Mike Jefreis, fez uma grande mudança acabando com a venda de artigos esportivos nas lojas e dedicando linhas de roupas informais e casuais, incluindo jeans surrados e camisetas básicas. Com a onda vintage em alta, as peças desgastadas e rasgadas viraram hits. Seu logo virou ‘’Casual Luxury’’, seguindo o caminho do luxo a marca não faz nenhum tipo de liquidação, se agarrando aos adolescentes de classe média, formadores de opinião perfeitos para render a marca ao sucesso absoluto. Com seu enorme crescimento, em 1996 a marca tornou se independente e abriu capital. Pouco tempo depois, surgiu a Hollister com seu estilo mais surf, a marca Kids e mais tarde a Gilly Hicks maracá de lingerie feminina.
Uma grande marca estava pronta e perfeita, com ajuda de suas propagandas com meninos e meninas com beleza estonteantes e com pouca roupa, a Abercrowbie tornou se uma marca jovem e moderna. Característica que também está presente em suas lojas, com decoração em preto, luz baixa e música alta e animada. Vendedores jovens, bonitos e bem vestidos claro. Algumas lojas tem na entrada, um lindo jovem sem camisa que recepciona os clientes, as mulheres adoram as boas vindas.
Giuliana Caliceti




quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Laboutin: O fetiche da sola vermelha





Você já deve ter visto em alguma revista de celebridades, ou em algum site de moda, ou quem sabe em algum filme. Estou falando da sola vermelha, marca registrada dos sapatos de Christian Laboutin, um dos maiores designers de sapatos do momento.
Metade francês, metade vietnamita, ele chegou ao topo do mercado de luxo com suas marcas registradas, além do conhecido solado vermelho, sua outra marca é o salto altíssimo (chegam a 16 cm de altura). Com esta combinação, Laboutin conquistou Hollywood, e nomes como Angelina Jolie, Katie Holmes, Victoria Beckham e Dita Von Tese.
A sola vermelha nasceu de uma necessidade de dar vida aos sapatos. O designer conta que uma tarde viu sua secretária pintando as unhas de vermelho, no mesmo momento ele pegou o esmalte e passou na sola do sapato, e o sapato ganhou vida.
Depois disso, seus sapatos nunca mais passariam despercebidos. Mas sua história começa muito antes disso. Laboutin desenha sapatos nos seus cadernos de escola durante a infância. Aos quinze anos já fabricava seus sapatos e vendia nos cabarés e boates parisienses.
Na década de 80, Laboutin trabalhou para grandes marcas, como Roger Vivier (que criou o salto agulha), Christian Dior, Chanel e Yves Saint Laurent e até foi colaborador da revista Vogue.
Sua primeira loja inaugurou em 1992, na elegante galeria parisiense Vero-Dotat, próxima ao museu do Louvre. Mas a marca decolou depois que uma jornalista americana da revista W magazine, que estava em Paris em busca dos novos endereços “trend’’ da cidade, ouviu uma conversa animada da princesa Caroline de Mônaco com outras mulheres sobre os sapatos da boutique Christian Laboutin. A matéria foi publicada e seus sapatos tornaram-se objeto de desejo. Dois anos mais tarde, em 1994, a marca chega a Nova York.
Para desfilar com um modelo básico de Laboutin, é necessário desembolsar por volta de US$ 500. Este valor pode chegar fácil a R$ 1 mil – quanto mais ousado o modelo, mais caro ele fica. A qualidade prevalece em seus modelos, que são fabricados por artesões em Milão, e criados no atelier de Paris. O modelo mais caro da marca custa 1300 euros, chamado Lady Rings é feito de camurça e revestido por cristais.
Hoje Christian Laboutin possui 36 lojas próprias, e 200 pontos de vendas dentro das mais famosas lojas de departamento, em 51 países ao redor do mundo. Os Estados Unidos é responsável por 40% de suas vendas. No Brasil a marca possui uma loja própria, localizada em São Paulo no Shopping Iguatemi.
O grande sucesso da marca segundo o próprio Laboutin é devido ao prazer que uma mulher sente ao caminhar com um salto altíssimo. Quem somos nós para duvidar.

Giuliana Caliceti

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Birkin....

Oi Girls, amanhã bem cedinho estou indo viajar... Volto logo!!
O post de hoje, é uma matéria que eu escrevi sobre a bolsa que eu mais amo, birkin...meu sonho de consumo!
Até a volta...



Como nasce uma objeto de desejo feminino


Quando um produto torna-se o sonho de consumo de milhares de mulheres? Foi exatamente isso que aconteceu com a bolsa Birkin, da famosa marca francesa Hermés (a pronúncia correta é ermê). O início de sua história em 1837 foi em uma pequena oficina em Paris, onde Thierry Hermés vendia produtos feitos em couro como: selas, rédias, estribos, baús para carruagens, botas e luvas.
Anos mais tarde, a marca, que inicialmente chamava-se Caléche, se mudou para um endereço mais nobre. Neste período, o filho de Thierry passou a tocar o negócio do pai, localizado no número 25 da rue Faubourg Saint-Honoré. O foco agora eram os aristocratas franceses e suas selas. Com a chegada dos carros, a marca se reinventou. Em 1928, a fabricação se voltou às linhas de bagagens, bolsas e carteiras, utilizando sua antiga técnica de pesponto no couro.
Na década de 20, mais uma geração entra no negócio, o neto de Thierry chega com mais uma inovação, além das bolsas com zíper, grande novidade da época, o jovem Émilie-Maurice lança a primeira coleção da marca voltada para as mulheres. Com a chegada da Segunda Guerra, em 1940, as embalagens utilizadas em cor bege, somem do mercado, e acabam sendo substituídas pela cor que se tornou um marco da grife, o laranja. Este momento foi o início de um símbolo de luxo e sofisticação.
Com sua história de tradição aristocrata francesa, a Hermés conquistou ricos e famosos, e criou uma personalidade marcante no mundo fashion. Onde todas as marcas devem sempre estar se inovando, a Hermés deve apenas continuar sendo ela mesma, mantendo suas coleções sóbrias e peças ícones.
Uma destas peças é a famosa Birkin, feita especialmente para a cantora Jane Birkin, em 1984. Esta bolsa é um dos maiores sucessos da marca até os dias de hoje. Nas lojas da marca espalhadas pelo mundo, esta peça possui uma lista de espera de até dois anos. Feita em diversos materiais, como couro de crocodilo, que chega a custar 35 mil euros, e em diversos tamanhos: 25, 30, 35 e 40 cm de largura. Os valores começam em US$ 6 mil e chegam facilmente aos 5 dígitos.
Celebridades como a inglesa Victoria Beckham, que possui mais de 100 Birkins em sua coleção particular, ajudam a manter a Birkin como um objeto de desejo de muitas mulheres. Além do fator exclusividade, a marca aposta no talento humano em primeiro lugar.
Seus 620 artesões que trabalham nas 33 fábricas do grupo, cada um deles se dedica a apenas uma peça por vez, do começo ao fim do processo. Cada artefato que sai da produção é assinado pelo artesão que produziu.
Deste modo, a Hermés mantém seu luxo e exclusividade, com o slogan ‘’The best gifts come inside the orange box’’( Os melhores presentes vêm dentro de uma caixa laranja). Ninguém duvida.
Giuliana Caliceti

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Estrelas....




Oi Girls...
Estou apaixonada pelas estrelas.... MUITOOOO!!!
A 284 está cheia delas... passem na nova loja do Mueller!!!

Minha Tia guardou um vestido, que ela comprou á anos na Itália... adivinhem... ela me deu!!!
Prometo uma fotinho com ele, é lindoooo!!!

beijos GIU

terça-feira, 1 de novembro de 2011

news!

Girls..... benefit na Sacks!!
Apesar do valor,não somos mais excluídos do resto do mundo!!
Ufa...
http://www.sacks.com.br/site/marca.asp?id=344&iddepartamento=2&idcategoria=13&idparceria=9463&utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email_Mulher&utm_term=Benefit&utm_content=Benefit&utm_campaign=News01-11-2011_BaseMulher_LancamentoBenefit

beijos Giu!!

Lov!

Oi Girls....
Abri meu e-mail hoje, e o net a porter me mandou isso!!!Aaaaaaaaaaaaa!!!
Quero sair assim!! Total meu estilo, adoro peças básicas com super acessórios....Amo....

beijos Giu

Quero calor!!! Curitiba amanhece com 14 graus.... e já é novembro!